Estudar é divertido!

2012-01-27

Estou estudando sobre trânsito porque levei 20 pontos na CNH e vou fazer prova amanhã. Pois é… de novo.

Não acho que eu dirija mal e nem de forma perigosa. Minhas multas foram todas de excesso de velocidade. Mas todas foram de limite de 60 km/h e eu estava sempre um pouco acima dos 70 km/h. Mas a regra é clara e eu não posso reclamar se sou distraído.

Anyway… ler sobre leis de trânsito, placas, gravidade das infrações… digamos que isso não foi o ponto alto das minhas noites recentes. Mas fazer os simulados da prova, ah, isso sim é que é diversão. A maioria das perguntas é bem fácil. Mas também, as opções erradas são geralmente óbvias e muitas vezes hilárias. Vejam essa:


Adeus delicious. Bem-vindo diigo!

2012-01-26

Se você é um dos três persistentes que ainda me segue no delicious saiba que este é o meu último bookmark naquele serviço. Estou abandonando o deliciou e passando a manter meus bookmarks no diigo apenas. Se quiser continuar a me seguir, o feed de meus bookmarks passa a ser http://www.diigo.com/rss/user/gnustavo.

Comecei a usar o delicious em dezembro de 2004 quando ele ainda se chamava del.icio.us. Nesses sete anos cadastrei quase 8.000 links lá e por muito tempo fui um usuário satisfeito. No ano passado ele passou por uma reformulação e, coincidentemente ou não, a extensão do Chrome que eu usava para postar os links estava ficando cada vez mais lenta. Acabei encontrando o Diigo por acaso e resolvi experimentá-lo porque diziam que era mais rápido. E é, realmente. Apesar de que pra postar um link com tags você tem que dar dois cliques a mais, o que me irritou no início. Mas pelo menos eu não tinha que ficar esperando a janela do delicious abrir pra poder registrar as tags. O mais legal é que o Diigo permite que eu cadastre minha conta delicious nele de modo que a cada novo link que eu posto no Diigo ele o reposta (eta palavrinha feia!) no delicious automaticamente.

Fiquei nesse esquema por alguns meses e estava até pensando em voltar a experimentar a extensão do delicious pra ver se já tinham resolvido o problema de desempenho quando descobri que o Diigo oferece várias outras funções além do registro de tags e descrição dos links. A mais legal é a possibilidade de marcar (to highlight) trechos da página HTML que eu quero postar. As marcas aparecem com fundo amarelo pra mim e o conteúdo marcado aparece como comentários abaixo do link na página do Diigo. E eu posso até criar um shortURL específico pra um link e publicá-lo para que outras pessoas possam ver a página junto com minhas marcas.

Além das marcas eu também posso colocar comentários na página. Em pontos específicos. É muita funcionalidade por um precinho tão baratinho. (Dica: é de graça.)

É isso aí. Obrigado, delicious, por todos esses anos de bons serviços prestados. Mas é o que eu sempre diigo: não me responsabilizo caso você fuce no meu delicious. :-)


Quer uma sugestão?

2011-09-22

Tenho medo de um escorpião
Morder a minha mão.

Apesar de pequeno
Ele tem muito veneno.

Sua picada é dolorosa
E muito poderosa.

Quer uma sugestão?
Fique longe do escorpião.

– Juliana Loureiro Chaves


Papotech #125: 20 Anos de Linux

2011-09-11

Foi com grande satisfação que eu e o Andreyev participamos na última quinta-feira do episódio 125 do Papotech, quando batemos um papo com o João Gandara e com o Vinícius Lobo sobre o aniversário de 20 anos do Linux.

Alguns links sobre o que discutimos:


Dependência tecnológica

2011-06-30

 


First (WordPress) Post!

2010-03-27

Olá. Sejam bem-vindos à minha nova casa. Acabei de me mudar do Blogger para o WordPress e estou tentando me acostumar com a nova casa e com a nova vizinhança. :-)


Meus filhos não gostam de ler. E agora?!

2010-01-28

O Andreyev me mandou um link pro diário do Mentor Muniz, mais precisamente pro post no qual ele conta sobre a sua árdua luta pra manter o nível de leitura de suas filhas. Eu também tenho uma filha de sete e um filho (que perigo) pré-adolescente e achei o relato muito interessante. Só que, infelizmente, ele não achou uma fórmula mágica…

Aqui em casa eu tenho tentado ler junto com o Tiago há vários anos. Normalmente na cama, antes de dormirmos. Noto que ele gosta. Ele interage, ri e comenta. Quando vamos retomar a leitura ele quase sempre se lembra de onde paramos na véspera mais facilmente do que eu.

Mas ele gosta quando eu leio em voz alta pra ele. Ele mesmo não quer ler em voz alta pra mim. Cheguei a pensar nos últimos tempos em oferecer um prêmio financeiro por livro lido, mas temo que isso acabe passando a ideia de que a leitura não passa de um “trabalho enfadonho”.

A Ju já tem pedido pra comprar livros de estórias e já leu um inteiro sozinha. Mas ainda não comecei a tentar estimulá-la oficialmente…

Eu, que sempre gostei de ler, não tenho certeza de como é que isso começou. Sempre achei que deve ter sido algum dos primeiros livros que eu li que me fisgou. Li “A Ilha Perdida” aos 8 anos e me lembro que gostei tremendamente. Depois foram outros livros da Coleção Vaga-Lume, lembram? “O Escaravelho do Diabo” era ótimo! Depois vieram os livros da Agatha Christie, dos quais eu devo ter lido uns 40. Este mês reli “O Caso dos Dez Negrinhos” (que foi retraduzido e renomeado como “E Não Sobrou Nenhum”) com o Tiago e ele gostou bastante. Mas eu li todo ele em voz alta…

Outra série que o Mentor comenta e que eu li toda pro Tiago é a da Turma do Gordo, cujo primeiro é “O Gênio do Crime”. Os dois ou três primeiros livros da série são muito legais mas depois as estórias começam a ficar muito surreais e sem graça.

Eu não sei se ainda não consegui encontrar o tipo de livro que vai “fisgar” o Tiago ou se a prática de ler em voz alta acaba deixando-o mal-acostumado ou, ainda, se a solução é outra ou se não tem mesmo uma solução…

Alguma idéia?


(Eu ia postar o seguinte como comentário, mas acho que faltou mesmo dizer porque que eu acho a leitura importante.)

Eu também acho que a leitura vai se transformar nos próximos anos. Não há como evitar. Mas se as vendas recentes do Kindle da Amazon indicam alguma coisa não é que a leitura de livros vai deixar de existir por completo.

Por que eu gostaria de cultivar o hábito da leitura nos meus filhos? Em parte é um tanto óbvio, mas há alguns argumentos que eu li recentemente que trazem à luz algumas razões mais específicas.

Um deles é o artigo do Nich Carr chamado Is Google Making Us Stupid?, no qual ele sugere que “na medida em que nós vamos perdendo o nosso repertório interno de uma densa herança cultural nós nos arriscamos a nos transformar em “pessoas panquecas”, espalhando-nos de modo largo e raso enquanto nos conectamos à vasta rede de informações acessíveis ao mero toque de um botão”. (Inspirador, não?)

Tem também um excelente artigo do Keith Stanovich, What Reading Does for the Mind?, no qual ele mostra evidências de como a quantidade de leitura (independente da qualidade, aliás) na infância tem consequências mensuráveis no nível de inteligência do adulto. E o mais impressionante é que quanto mais cedo a criança adquire o hábito, maiores são as consequências…

Agora dá licença que eu tô com pressa… :-)


Pequenos Céticos

2009-12-05

Mais dia, menos dia, acaba chegando na vida de toda mãe aquele momento em que seu filho faz aquela temível pergunta:

- Mamãe?
- Sim, querido.
- De onde vieram as pessoas?
- Você quer dizer, os bebês? Bem, primeiro o homem pega o pênis e…
- Não, não. Eu quero saber das primeiras pessoas. De onde vieram as primeiras pessoas na Terra?

Fiquei perplexa. O que eu podia dizer? Eu sabia que esse momento iria chegar, mas eu ainda estava completamente despreparada. Eu ficaria feliz em falar de sexo com ele, mas evolução? Como eu poderia explicar evolução para meu filho de três anos quando eu mesma não entendia direito? Afinal, eu era produto do sistema educacional público da Carolina do Sul.

E foi aí que eu disse a pior coisa que qualquer mãe pode dizer ao seu filho quando ele pergunta sobre esse tema controvertido. Não, eu não lhe disse que nós fomos criados por Deus ou que nós fomos plantados aqui há milênios como um experimento extraterrestre. Eu lhe disse algo muito, muito pior.

- Querido, um dia os macacos viraram gente.

Não sei quanto a vocês, mas eu quase caí da rede de tanto rir quando li esse começo da introdução ao artigo de Heidi Anderson, “Skeptical Parenting: Raising Young Critical Thinkers”, na Skeptical Inquiry de novembro. Afinal, eu também tenho dois filhos e nem sempre é fácil encontrar as respostas certas.

A introdução é excepcional e cria muita expectativa para o resto do artigo que não consegue manter o mesmo nível. De qualquer modo, ele é útil para pais céticos vivendo numa comunidade a-cética como a nossa.


José Gabino Jr.

2009-05-10

Mesmo Assim

Se nunca mais me visses e eu te olhasse,
Se te esquecesses que te amei um dia,
Se o teu eterno amor fosse fugace
Como a noite que sinto é triste e fria…

Se um dia me dissesses, face a face,
Que só asco por mim sentir podia…
E se tua boca me amaldiçoasse
Com louca maldição, feroz, sombria…

Se tornasses em pó minha ilusão,
Deixando que esta grande solidão
Que paira sobre mim, fatal desabe…

Se me fizesses tanto mal, eu juro
Qu’inda serias luz no meu futuro,
Que o mesmo te amaria – ou mais…
                                       Quem sabe?

Essa é uma das minhas poesias prediletas do livro Olhos no Horizonte, do José Gabino Jr. Roubei este e outro livro do Gabino de meu pai há vários anos e os reencontrei semana passada enquanto vasculhava o sótão à procura de livros pra encher a nova estante do escritório.

O Gabino foi colega do meu pai na Cemig, em Belo Horizonte, lá pelos idos de 1987. Nessa época eu ainda estava na faculdade e foi numa das férias que eu ainda passava com meus pais que eu conheci o Gabino e o vi presentear meu pai com dois livros de poesias. Lembro-me muito pouco dele e provavelmente sequer chegamos a conversar. Mas fiquei seu fã logo na primeira leitura dos seus livros.

Os dois livros são edições caseiras, provavelmente produzidas pela família dele, um de 1978 e outro de 1986. Descobri que ele publicou um livro mais recente chamado Colhidos pelo Caminho e o encomendei na Estante Virtual.

Na introdução do segundo livro, Sol Entre Neblina, ele diz que:

Se conseguir transmitir alguma emoção a pelo menos um leitor, o esforço feito estará recompensado.

Então está, Gabino.


Tô no Ubuntu!

2009-04-27

Ontem eu resolvi atualizar meu Kubuntu 8.10 para 9.04 no computador de casa. Foi tudo liso. Reiniciei o computador, me loguei e estou trabalhando desde então sem qualquer empecilho.

Mas não é só nesse sentido que eu “tô no Ubuntu”. É que finalmente eu tenho um projeto meu (nesse caso, um projetinho) integrando essa distribuição:


gustavo@wise:~$ apt-cache show libsvn-look-perl
Package: libsvn-look-perl
Priority: optional
Section: universe/perl
Installed-Size: 68
Maintainer: Ubuntu MOTU Developers <ubuntu-motu@lists.ubuntu.com>
Original-Maintainer: Debian Perl Group <pkg-perl-maintainers@lists.alioth.debian.org>
Architecture: all
Version: 0.13.463-2
Depends: perl (>= 5.6.0-16), subversion
Filename: pool/universe/libs/libsvn-look-perl/libsvn-look-perl_0.13.463-2_all.deb
Size: 10250
MD5sum: 7105c8c22d06e4b1c49b78366499765f
SHA1: 4d4844e729f12cef21c7578d5b6846df9447a925
SHA256: 4c44bc636203dceb3e6beed7575553e8be0fb833644ec2716c222130bc58e733
Description: caching wrapper around the svnlook command
  The svnlook command is the workhorse of Subversion hook scripts,
  being used to gather all sorts of information about a repository, its
  revisions, and its transactions. SVN::Look provides a simple object
  oriented interface to a specific svnlook invocation, to make it
  easier to hook writers to get and use the information they
  need. Moreover, all the information gathered by calling the svnlook
  command is cached in the object, avoiding repetitious calls.
Homepage: http://search.cpan.org/dist/SVN-Look/
Bugs: https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+filebug
Origin: Ubuntu

Tenho um projeto mais interessante que está pra entrar numa versão futura do Debian, o SVN::Hooks que deverá entrar como pacote libsvn-hooks-perl.

Tá ficando bom…


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